O gaúcho chega em uma churrascaria de São Paulo, senta e, indignado, chama o garçom:
- Mas bah! Na minha terra não tem essa história de cardápio. A gente escolhe a carne cheirando a faca do assador!
O garçom dá um sorriso irônico, mas como não queria perder o cliente, o atende com classe. Dirige-se ao assador da carne, pega sua faca que tinha acabado de cortar um cupim e a leva ao gaúcho.
O gaúcho pega a faca e a coloca em frente de seu nariz e exclama:
- Mas bah! Esse cupim está maravilhoso, me traz um pedaço!
O garçom, assustado, serve o gaúcho e, logo após, busca a faca utilizada para cortar a costela e dá para o gaúcho.
O mesmo exclama:
- Mas bah! Essa costela está no ponto, pode trazer!
O garçom, louco da vida com o gaúcho, busca uma faca e pede para Jurema, a cozinheira do restaurante:
- Jurema, passa a mão lá em baixo e depois a esfregue nessa faca!
Dito e feito, o garçom pegou a faca e a entrega para o gaúcho. Ele a coloca na frente de seu nariz, suspira e diz:
- Mas bah! Como esse mundo é pequeno! Minha querida Jurema trabalha aqui!!
______________________________________________________
Gaúcho do opala
O gaúcho tinha um Opala "jóia", daqueles antigos, motor 4.100, "inteiraço". Tinha um ciúme doentio do carro.
Um dia alguém bateu na porta do Opala, e amassou, o gaúcho ficou absolutamente puto da vida, o que nao é nenhuma novidade.
Encostou o carro na garagem e disse que nao ia mais sair com ele. Passaram-se alguns meses, o gaúcho louco de saudade do carrão, querendo dar uma volta...
Senta ao volante, poe a chave na partida e nada. A bateria havia descarregado. Depois de várias tentativas, desiste e chama o mecânico. Este chega, dá uma olhada, tenta ligar e diz:
- É fácil de consertar, e só fazer uma chupeta.
E o gaúcho:
- Se eu der a bunda, você arruma a porta também ?
Fontes: piadas pela rede....
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Humor praiano

O carinha consegue levar uma morena lindíssima para um canto deserto da praia de Camboriú (devia ser de noite para estar deserta) e começa a lhe dar o maior amasso.
— Querido — interrompe ela. — Estou me sujando toda de areia!
Aí o rapaz pega a canga da moça, estende no chão e continua os amassos.
— Querido, esta ventando muito. A ponta da canga fica batendo no meu rosto toda hora!
O sujeito vai até um quiosque, compra quatro latinhas de Coca-Cola, coloca uma em cada ponta da canga e começa a tirar a roupa da moça.
— Querido, você esquecendo da camisinha!
Aí o sujeito sai correndo em busca de uma farmácia.
Nisso, passa um bêbado, vê a mulher nuazinha deitada de bruços na canga, e manda ver. Depois, comenta:
— Duvido que a Pepsi faça uma promoção melhor que esta!
___________________________________________________
Mineirinho na praia
Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio… A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
— Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém?
__________________________________________________________
Fonte: tiradas do (i)mundinho da net...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Princesa do Século XXI
Era
uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e
cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em
como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as
conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má
lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo
teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e
poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha
mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar,
lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos
felizes para sempre…
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho
branco, a princesa sorria e pensava:
'Nem fo…den…do!'.
por Luís Fernando Veríssimo
domingo, 21 de outubro de 2012
Avenida Brasil: filho de Suelen aparece na Internet
A novela “Avenida Brasil” terminou sem esclarecer alguns mistérios e mostrar o
desdobramento de algumas tramas. Um dos furos foi a não aparição do
filho que Suelen (Isis Valverde) estava esperando. A Maria Chuteira
descobriu na reta final da novela que estava grávida, mas não quis
esclarecer quem era o pai, se Roni (Daniel Rocha). ou Leandro (Tiago
Martins).
A atriz, aparentemente, também ficou frustrada com o sumiço do personagem, que se chamaria Lionel (primeiro nome do craque argentino Messi).
Neste domingo, ela recorreu ao Instagram para mostrar uma imagem de um
menino vestido com a camisa do Divino FC e escreveu: “Para quem
reclamou!!! Esse foi o bebê de Suelen, Roni e Leandro!!! Lindo, né? Seu
nome na trama era Lionel! Fofo”, escreveu.
Fonte: UOL Blogosfera.
sábado, 20 de outubro de 2012
Ter peito ou culhões
Todos ouvimos falar em alguém "ter peito" ou "ter culhões", mas você sabe REALMENTE a diferença entre ambos? Há uma distinção médica clara.
Vamos tentar esclarecer onde essas duas expressões se diferenciam:
TER PEITO - É chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, e "ter peito" de perguntar:
- Ainda está limpando a casa, ou vai voar para algum lugar...?
TER CULHÕES - É chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os amigos, cheirando a perfume e cerveja, batom no colarinho, e "ter culhões" de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer no ouvido dela:
- Você é a próxima, gordinha..!
Esperamos ter esclarecido qualquer confusão sobre as definições. Porém, clinicamente falando, não há diferença no resultado:
Ambos terminam em morte!!
Fonte: www.guiasoaqui.com.br
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Churrasco de rico e o de pobre
Um churrasco é sempre bom, independente do local e da companhia. Tendo carne, cerveja e música, tá tudo certo. Porém, é evidente que alguns churrascos serão melhores que outros. Isso vai depender muito da carne que será servida, do tempero que será utilizado e de uma outra infinidade de fatores que influenciarão na comilança.
O traje feminino rico: calça capri de
cor clara da Zara ou outra grife importada; Bolsas L..Vuitton, Prada.
Camisetinha básica branca da Club Chocolate ou Doc Dog, óculos Chanel,
Valentino, sandalinha rasteira da Lenny. Ela sempre chega sozinha,
dirigindo o seu próprio carro.
Pobre: mini-saia curtíssima,
blusinha da C&A estampada, tamanco de madeira de salto altíssimo,
óculos coloridos, piercing e anel no dedo do pé. Muitas usam biquíni por
baixo, na esperança de tomar um banho de piscina ou de mangueira.
O traje masculino rico: bermuda
Hugo Boss ou Richard, camisa esporte Siberian ou Brooksfield, óculos
Armani e aquela caminhonete importada maravilhosa.
Pobre: chinelo Rider, bermuda
florida ou feita de uma calça jeans cortada com a barriga aparecendo,
agasalho ou camisa do time do coração e óculos de camelô na testa.
Chegam de Monza ou de carona com mais oito pessoas.
A comida rico: normalmente eles
não comem, quando comem é um pouquinho de cada coisa. Arroz com brócolis
ou açafrão, farofa com frutas, filé de cordeiro, picanha argentina,
muzzarella de búfalo. Sendo que cada coisa a seu tempo e, pausadamente.
Pobre: vinagrete, farofa com
muita cebola, maionese, muita asa de frango, ‘xauxixão’, lingüiça com
pão, costela e a tradicional bola da pá (que eles juram ser mais macia
que a picanha!).
A bebida rico: os homens, Chopp,
Cerveja Bohemia ou Heineken geladíssima. As mulheres, ice, red label,
tônica Schweppes Citrus ou Envian, e Coca-Cola Light ou Zero.
Pobre: cerveja Itaipava, Schin
ou Kaiser, geladas no tanque de lavar roupa cheio de gelo. Quem fica
tonto mais rápido, bebe, intercalado, água da torneira. Muita caipirinha
com Caninha da Roça, Baré Cola e Guaraná Sarandi.
O prato rico: Normalmente
beliscam uma picanha servida num enorme prato branco liso de porcelana,
taças adequadas a cada tipo de bebida: água, chopp, refrigerante.
Pobre: o prato principal é o
filé miau nos tradicionais pratinhos de alumínio ou papelão. As bebidas
são servidas em copinhos plásticos de 200ml. (compra-se a quantidade
exata do número de convidados) ou servem naqueles de requeijão ou geléia
para os convidados mais chegados: familiares, algum cabo da PM, Corpo
de Bombeiros, Escrivão da Polícia, etc (OS VIPS).
A música rico: Jack Johnson,
Maria Rita, música instrumental, Lounge Music e Jazz. Pode ser que
contratem um grupo que toca chorinho, mas com músicos formados pela
escola de Música da UFRGS.
Pobre: aquele pagodão de pingar
suor, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Revelação. Só CD’s piratas (4 por
10,00) mídia azul. Não pode faltar o de Samba Enredo do ano. O
importante é tirar a galera do chão, depois de umas 2 horas de
churrasco, todos já estão dançando, independente das idades ou credos.
Também rola uma batucada improvisada com panelas, tampas ou qualquer
objeto disponível que emita um som (cantam de Almir Guineto à Alcione). A
mulherada tira a sandália, porque não está acostumada, e bota a poeira
pra subir com sua toalinha branca encardida de tanto suor e com o
conjuntinho de laycra ou jersey florido para ficar mas a vontade.
O churrasqueiro rico: contratado
de uma churrascaria famosa. Trabalha com um uniforme impecável e traz
consigo toda equipe necessária para atender todos os convidados.
Pobre: amigo de um conhecido que
adora fazer churrasco, e cada hora um fica um pouquinho pra revezar.
Normalmente é um cara barrigudo que fica suando com uma toalhinha na mão
(ele usa para enxugar o suor, limpar as mãos e o que mais precisar!).
Adora ficar jogando cerveja na brasa para mostrar fartura!
O local rico: área coberta com
piso de granito, tem mesinhas, ombrelones e bancos da Indonésia, num
lindo jardim com piscina, mas ninguém se anima dar um mergulho.
Pobre: normalmente na laje, com
sol quente na cabeça ou chuva para acalmar o fogo (então é improvisada
uma lona de caminhão como cobertura, mas só para proteger a
churrasqueira), cadeiras só para quem chegar mais cedo (esses cedem o
lugar para as grávidas que sempre chegam às pencas), os demais ficam em
pé, esbarrando uns nos outros e pisando no seu pé, mas não tem problema
porque a maioria tá descalça. Sem esquecer o tradicional banho de
chuveiro, onde os bêbados começam com a brincadeira de querer molhar
todo mundo. E as mulheres gritando sai daí Giscleyson, vai se machucar!;
vem pra cá Uóchitu já tem farofa de linguiça meu filho, vem logo, antes
que seus primos venham e terminem tudo; Dayany pega teu irmão e leva lá
pra drento e limpa a boca dele de Biscoito maizena, a boca chega a tá
branca nos cantos; Cryslaine limpa o nariz do teu irmão que tá verde de
tanto catarro; Cristyan Jeferson tem asa de galinha meu filho aproveita,
Krystóferson vem comer carne meu filho, ta sangrando, Mayquol Djéquyson
para de correr meu filho e chama sua irmã para vir comer!
O final rico: em no máximo 4
horas, cada pessoa sai em seu próprio carro. Mas saem em momentos
diferentes, para que o dono do churrasco possa fazer os agradecimentos a
cada um com atenção.
Pobre: dura no mínimo 8 horas e
depois que todos já estão bêbados, o dono da casa diz que tem que
trabalhar cedo no dia seguinte, mas o pessoal ainda quer fazer vaquinha
para comprar mais uma caixa de cerveja. Quem não tem carro pede carona
ou vai de buzão mesmo (isso sem falar nos que precisam curar o porre,
estabacados no sofá ou no tapete, antes de pensar em ir embora!). O
pessoal que tem carro, liga o som bem alto (pagode claro!) e sai
buzinando, sorrindo e gritando: Valeu maluco! Amanhã tô aí pro enterro
dos ossos!
Fonte: Recebi por E-mail.
As meias mais fedidas da Europa
Quando o assunto são meias, as dos franceses e suíços são mais fedidas do que as dos alemães ou britânicos.
Um estudo feito pela empresa suíça Blacksocks revela que apenas 66% dos homens franceses trocam as meias diariamente, enquanto somente sete em cada 10 suíços calçam um par limpo todos os dias.
Na outra ponta da escala de higiene, estão os alemães e britânicos. Um total de 78% deles dizem que trocam as meias diariamente, segundo a pesquisa, que ouviu 3.000 pessoas em seis países europeus.
No geral, 77% dos homens e mulheres pesquisados trocam as meias todos os dias, enquanto 11%, a cada dois dias. Outros 4% vestem um par limpo a cada três dias, e 1% só trocam as meias uma vez por semana.
A frequência de mudança das meias pode estar relacionada ao número de pares que a pessoa possui. Os alemães são os que têm mais pares: 24, em média. Os austríacos vêm em seguida, com 23 pares, antes dos suíços, com 22.
Os franceses são os que possuem menos pares, em média 17, o que poderia explicar por que eles trocam menos as meias do que os outros europeus.
Fonte: Folha
Um estudo feito pela empresa suíça Blacksocks revela que apenas 66% dos homens franceses trocam as meias diariamente, enquanto somente sete em cada 10 suíços calçam um par limpo todos os dias.
Na outra ponta da escala de higiene, estão os alemães e britânicos. Um total de 78% deles dizem que trocam as meias diariamente, segundo a pesquisa, que ouviu 3.000 pessoas em seis países europeus.
No geral, 77% dos homens e mulheres pesquisados trocam as meias todos os dias, enquanto 11%, a cada dois dias. Outros 4% vestem um par limpo a cada três dias, e 1% só trocam as meias uma vez por semana.
A frequência de mudança das meias pode estar relacionada ao número de pares que a pessoa possui. Os alemães são os que têm mais pares: 24, em média. Os austríacos vêm em seguida, com 23 pares, antes dos suíços, com 22.
Os franceses são os que possuem menos pares, em média 17, o que poderia explicar por que eles trocam menos as meias do que os outros europeus.
Fonte: Folha
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A paroquiana traidora
A mulher vai se confessar. O padre a reconhece:
- Faz muito tempo que a senhora não aparece, não é mesmo?
- É, padre. É que eu tenho freqüentado outra paróquia, padre.
- Tá bem. Me conte seus pecados.
- Cometi muitos pecados. Muitos, padre. Fui grosseira, menti, cometi os pecados da soberba e da vaidade. Até trair meu marido eu traí, padre.
- Traiu seu marido? Com quem?
- Com o padre de outra paróquia. O senhor me dá o perdão, padre?
- Olha (pausa), dar o perdão até que eu dou. Mas nunca se esqueça de uma coisa: a sua paróquia é ESTA AQUI, entendeu?
____________________________________________________
Na terrinha
Um brasileiro telefona para um hotel e pergunta:
- Por favor, qual é o preço da díária?
- Depende do tamanho do quarto, do número de pessoas... - diz o portuga da recepção.
- E os senhores aceitam crianças?
- Não senhor, apenas cheque ou cartão de crédito.
_________________________________________________
Como matar uma barata
Você sabe como se faz para matar uma barata usando sal, pinga, fósforo e pedra?
Você coloca tudo no chão na seqüência correta.
Aí a barata come o sal pensando que é açúcar, fica com sede e bebe a pinga pensando que é água, fica bêbada, tropeça no palito de fósforo, bate a cabeça na pedra e morre de traumatismo craniano. (horrível, essa!).
Fonte: Mundaréu da Net.
- Faz muito tempo que a senhora não aparece, não é mesmo?
- É, padre. É que eu tenho freqüentado outra paróquia, padre.
- Tá bem. Me conte seus pecados.
- Cometi muitos pecados. Muitos, padre. Fui grosseira, menti, cometi os pecados da soberba e da vaidade. Até trair meu marido eu traí, padre.
- Traiu seu marido? Com quem?
- Com o padre de outra paróquia. O senhor me dá o perdão, padre?
- Olha (pausa), dar o perdão até que eu dou. Mas nunca se esqueça de uma coisa: a sua paróquia é ESTA AQUI, entendeu?
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Na terrinha
Um brasileiro telefona para um hotel e pergunta:
- Por favor, qual é o preço da díária?
- Depende do tamanho do quarto, do número de pessoas... - diz o portuga da recepção.
- E os senhores aceitam crianças?
- Não senhor, apenas cheque ou cartão de crédito.
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Como matar uma barata
Você sabe como se faz para matar uma barata usando sal, pinga, fósforo e pedra?
Você coloca tudo no chão na seqüência correta.
Aí a barata come o sal pensando que é açúcar, fica com sede e bebe a pinga pensando que é água, fica bêbada, tropeça no palito de fósforo, bate a cabeça na pedra e morre de traumatismo craniano. (horrível, essa!).
Fonte: Mundaréu da Net.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A advogada e o surdo
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado 10 milhões de dólares do caixa. O contador era surdo-mudo e por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos. O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$ 10 milhões que você levou? A advogada usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador, que logo respondeu em sinais:
- Eu não sei do que vocês estão falando. A advogada traduziu para o chefão:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
- Pergunte a ele de novo. A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para a advogada:
- O que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho...
Fonte: Mais uma mensagem hotmail.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Causos ou chistes de gaúchos
O gaudério "aguniado"
Estava o Gaudério em sua estância trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado:
- A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tchê!!
Apressadíssimo, o gaúcho correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:
- Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu tô loco de atrasado pro baile!
E o menino fez o que o Gaudério mandou. O gaúcho montou e se mandou correndo para chegar em tempo no baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O gaudério, mais branco que lenço de padre, se cagou todo de medo do cão:
- Coisa ruim! Por favor não me mate, tchê!
- Calma gaúcho - respondeu o tristonho - Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.
- Ah, é assim? Pois então... quero ter um rosto de galã de cinema, que a minha guaiaca fique cheia de dinheiro e um órgão sexual igual ao deste animal que estou montando.
- Pode ir pro baile - disse o demo - vou te atender os desejos.
E o Gaudério chegou ao fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro se olhou no espelho e gostou muito, bah, tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e melhor ainda, era dinheiro que não cabia mais.
Finalmente baixou a bombacha pra conferir o terceiro pedido:
- Piá de merda!... Me encilhou a égua!!!
_______________________________________________________
Lógica gaudéria
O peão entra num bar chique, destes com homem de brinco e mulher de cabeça raspada, vai lá para um cantinho do balcão, pede uma cachaça e fica só bombeando o movimento e bebericando sua fortinha.
Daqui a pouco senta ao lado dele uma guria com um jeito meio esquisito, pede uma vodca e puxa assunto com o índio véio.
-Tu é peão de estância mesmo?
- Eu sou. Nasci numa estância. Me criei lá. Laço, pealo e gineteio. Capo touro e cavalo. Marco o gado. Mato e carneio. Faço de tudo numa estância.
Aí o gaúcho estufa o peito e começa a cantada.
-E tu guriazinha bonita? Que que tu fazes na vida?
-Qual é, meu? Eu sou lésbica.
-Lésbica?! Que que é isso?
-Eu gosto de mulher. Levanto pensando em mulher. Trabalho pensando em mulher. Almoço pensando em mulher. Deito pensando em mulher. Durmo sonhando com mulher. É isso. Tchau!
A mulher levanta e vai embora meio braba. O peão fica ali. Termina a cachaça e pede outra. Fica matutando entretido com os pensamentos. Nisso senta outra gatinha ao lado dele. Ele fica meio desconfiado, mas fica na dele. Aí a guria pergunta:
-Tu és peão de estância, dos legítimos?
Ele olha bem prá ela, faz uma pausa conferindo o raciocínio, e tasca:- Pois olha, até a bem pouquinho eu era. Só que agora descobri que sou lésbica!
Fonte: Enviado por e-mail.
Estava o Gaudério em sua estância trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado:
- A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tchê!!
Apressadíssimo, o gaúcho correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:
- Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu tô loco de atrasado pro baile!
E o menino fez o que o Gaudério mandou. O gaúcho montou e se mandou correndo para chegar em tempo no baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O gaudério, mais branco que lenço de padre, se cagou todo de medo do cão:
- Coisa ruim! Por favor não me mate, tchê!
- Calma gaúcho - respondeu o tristonho - Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.
- Ah, é assim? Pois então... quero ter um rosto de galã de cinema, que a minha guaiaca fique cheia de dinheiro e um órgão sexual igual ao deste animal que estou montando.
- Pode ir pro baile - disse o demo - vou te atender os desejos.
E o Gaudério chegou ao fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro se olhou no espelho e gostou muito, bah, tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e melhor ainda, era dinheiro que não cabia mais.
Finalmente baixou a bombacha pra conferir o terceiro pedido:
- Piá de merda!... Me encilhou a égua!!!
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Lógica gaudéria
O peão entra num bar chique, destes com homem de brinco e mulher de cabeça raspada, vai lá para um cantinho do balcão, pede uma cachaça e fica só bombeando o movimento e bebericando sua fortinha.
Daqui a pouco senta ao lado dele uma guria com um jeito meio esquisito, pede uma vodca e puxa assunto com o índio véio.
-Tu é peão de estância mesmo?
- Eu sou. Nasci numa estância. Me criei lá. Laço, pealo e gineteio. Capo touro e cavalo. Marco o gado. Mato e carneio. Faço de tudo numa estância.
Aí o gaúcho estufa o peito e começa a cantada.
-E tu guriazinha bonita? Que que tu fazes na vida?
-Qual é, meu? Eu sou lésbica.
-Lésbica?! Que que é isso?
-Eu gosto de mulher. Levanto pensando em mulher. Trabalho pensando em mulher. Almoço pensando em mulher. Deito pensando em mulher. Durmo sonhando com mulher. É isso. Tchau!
A mulher levanta e vai embora meio braba. O peão fica ali. Termina a cachaça e pede outra. Fica matutando entretido com os pensamentos. Nisso senta outra gatinha ao lado dele. Ele fica meio desconfiado, mas fica na dele. Aí a guria pergunta:
-Tu és peão de estância, dos legítimos?
Ele olha bem prá ela, faz uma pausa conferindo o raciocínio, e tasca:- Pois olha, até a bem pouquinho eu era. Só que agora descobri que sou lésbica!
Fonte: Enviado por e-mail.
segunda-feira, 26 de março de 2012
A bacalhoada
O Portuga entra no restaurante e pede:
- Por favor, me dá uma bacalhoada!
Ao que o atendente pergunta:
- Já sei! O Senhor é portuga?!
- Como descobriste? Foi por causa do meu sotaque ou pelo fato de eu ter pedido bacalhoada?
- Nem um, nem outro, é que aqui é o Mc Donalds!
___________________________________________
Seu Padre
O padre interpela um bêbado na escadaria da igreja, pronto para lhe descascar o maior sermão, quando este lhe confessa:
- Pera aí, seu padre! Eu sou católico... e tenho muita devoção...
- Ah, é? Devoção com qual santo?
- Com dois! São Duíche, quando to com fome e São Risal quando tô de fogo!
___________________________________________
A gafe da Loira
Uma loira se encontra com uma velha amiga morena:
- Menina, como você está diferente! Cortou o cabelo... Ta moderna!
- Pois é... – Concordou a amiga.
- Ta mais magra... bonita!
- Pois é...
- Então me conta, o que você anda fazendo da vida?
- Tô fazendo quimioterapia...
- É mesmo? – Interessou-se a loira – Em que faculdade?
_______________________________________________
Fonte: Humor no Jornal.
- Por favor, me dá uma bacalhoada!
Ao que o atendente pergunta:
- Já sei! O Senhor é portuga?!
- Como descobriste? Foi por causa do meu sotaque ou pelo fato de eu ter pedido bacalhoada?
- Nem um, nem outro, é que aqui é o Mc Donalds!
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Seu Padre
O padre interpela um bêbado na escadaria da igreja, pronto para lhe descascar o maior sermão, quando este lhe confessa:
- Pera aí, seu padre! Eu sou católico... e tenho muita devoção...
- Ah, é? Devoção com qual santo?
- Com dois! São Duíche, quando to com fome e São Risal quando tô de fogo!
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A gafe da Loira
Uma loira se encontra com uma velha amiga morena:
- Menina, como você está diferente! Cortou o cabelo... Ta moderna!
- Pois é... – Concordou a amiga.
- Ta mais magra... bonita!
- Pois é...
- Então me conta, o que você anda fazendo da vida?
- Tô fazendo quimioterapia...
- É mesmo? – Interessou-se a loira – Em que faculdade?
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Fonte: Humor no Jornal.
domingo, 25 de março de 2012
Saúde pública zela pelo bem-estar do morto
O ano de 2012 é o de eleições municipais, de grandes expectativas, principalmente para eles, os políticos. Então, os candidatos, com suas máquinas, seus séquitos de correligionários e cabos eleitorais procuram o povo. Prometem maravilhas aos anseios da população olvidada, socorrem de imediato, com consultas, remédio e transporte, aquelas famílias com alguém doente, desfavorecidas economicamente. Um caminhãozinho de barro para aterrar aqui, uma promessa de emprego acolá.
Realmente, o gênio da Lâmpada de Aladim fica sem emprego nos anos eleitoreiros... Tudo é ótimo antes do nosso voto, é uma maravilha!
Estava lendo um jornal da vizinha cidade de Navegantes, de hoje, e uma das manchetes me chamou a atenção pelo ineditismo da história. O título é assim: “Equipe de saúde da prefeitura visita doente mais de um ano após sua morte”. Pensei até que os integrantes dessa “equipe” tinham, por exemplo, visitado o corpo no cemitério. Arrepiante! Mas não era isso...
A atenção que o Sr. Emílio não teve do Poder Público enquanto vivo lhe sobrou após a sua morte. Com diabetes e problemas cardíacos, ele faleceu no dia 26 de agosto de 2010, aos 64 anos. Durante seus últimos meses de vida, seu filho ia toda semana ao posto de saúde buscar material para fazer curativos no pai, que teve parte do pé amputado por causa da diabetes. “Não era uma empreitada fácil, pois muitas vezes não me davam o material completo, sempre faltava alguma coisa, eles diziam que não tinham”, conta o filho.
Marcar consultas era outra guerra. Cerca de cinco meses antes de morrer, seu Emílio havia pedido agendamento de uma consulta com o cardiologista. A família recebeu a ligação do posto de saúde do Gravatá (uma localidade de Navegantes) confirmando o agendamento, mas isto aconteceu em julho de 2011, quase um ano após a morte de seu Emílio.
O que deixou a família mais revoltada foi o que aconteceu em janeiro de 2012. “Um dia, no começo do ano, um carro da secretaria de Saúde estacionou aqui em frente de casa. Desceu uma funcionária com a prancheta na mão e disse que queria saber como estavam os curativos do meu pai”, conta Sérgio, indignado.
“Eles vieram aqui um ano e cinco meses depois de meu pai falecer. Enquanto ele estava vivo, lutando pela vida, ninguém apareceu aqui”, desabafa.
Coisas deste gênero não acontecem somente no Município de Navegantes, mas também em todo o nosso vasto e gigantesco Brasil. Então: Olho muito vivo! Aproveitem bem o ano eleitoreiro com suas maravilhas e, principalmente, votem com consciência.
(Cleusa, 23/03/2012)
sexta-feira, 23 de março de 2012
O folclórico Chifrudo Praiano
Olha ele aí! O barulhento "chifrudo praiano" ganha umas merrecas fazendo propaganda com um megafone e mexendo com os turistas de Balneário Camboriú. Pior é que não pode dar bobeira com o homem: ele cobra pelas fotos!. Essa aí é de 25/01/2011, tirada na Avenida Atlântica.
Hoje eu o vi e realmente ele já faz parte do folclore do balneário mais famoso do Atlântco Sul. Ele é chatérrimo com sua barulheira, mas já faz parte do patrimõnio dessa maravilha de cidade... (Cleusa, 23/3/2012).
terça-feira, 20 de março de 2012
A mulher do piolho
Era uma vez um homem muito circunspecto e cioso de sua personalidade. Muito moço teve a dita ou desdita de casar com uma mulherzinha extrovertida e por demais faladeira.
Num dia de domingo, depois do almoço, o homem estava sentado debaixo de uma árvore, tomando fresco, quando a mulher veio para junto, querendo lhe catar cafuné.
De bom grado o homem deitou a cabeça no seu colo. Cafuné para cá, cafuné para lá, acabou por cochilar, enquanto a mulher já meio distraída mexia nos seus cabelos. De repente algo estranho atravessou correndo o couro cabeludo do homem.
Mais que depressa a mulher diligenciou uma busca meticulosa, terminando por encontrar um piolho.
— Um piolho!... Acorde marido! Olhe um piolho na sua cabeça.
O homem acordou assustado e logo viu o piolho esborrachado entre os polegares da esposa. Encabulou, mas nada disse. Porém a mulher não parou mais de falar durante a tarde. A noite chegou e ela falando. O homem calado estava, calado continuou. Noite adentro, volta e meia, a mulher exclamava: — Marido, o piolho!...
No dia seguinte, indo bem cedo para a feira fazer as compras, percebeu que a mulher contava a todos quanto cruzavam o seu caminho o achado da véspera.
— Gente, não lhe conto! Ontem eu encontrei um piolho na cabeça do meu marido.
— Um piolho! — Quem ouvia se escandalizava e com justa razão.
— Sim, senhor. Um p-i-pi-o-l-h-o-lho.
O marido cada vez mais aborrecido, calado estava, calado continuava. Entrava dia, saía dia, dormindo ou acordada, a conversa da mulher convergia somente para o malfadado achado.
Por fim, já furioso, o marido arranjou uma mordaça de cachorro e pôs na boca da esposa. Ela pareceu meio sufocada, mas teve medo de protestar e se conservou em silêncio. Assim o homem acreditou ter solucionado a questão. Mas sua alegria durou pouco. Na feira, em casa, na missa, toda a vez que alguém olhava para os dois, ela não perdia tempo. Esfregava a unha do polegar direito da no esquerdo, como se estivesse matando um piolho, e apontava depois para a cabeça do marido.
Em desespero de causa, o marido carregou com ela para a beira de um rio fundo. Atou aos seus pés uma pedra e lhe deu um empurrão. A pobrezinha caiu na água e começou a se debater, tentando se manter à tona. Mas quando percebeu pessoas que corriam em seu socorro, suspendeu os braços acima da cabeça e fez o gesto de esfregar as unhas dos polegares.
Foi afundando, se afogando, mas sem deixar de fazer o gesto de matar um piolho.
Satisfeito, o homem voltou para casa, crente de ter se livrado da desmoralização.
Mas no dia seguinte, quando foi à feira, todos se dirigiram a ele como o marido da mulher do piolho. Repetindo o que ele pensava ter sepultado. Assim acaba a história.
Fonte; Viana, Hildegardes. "A mulher do piolho". A Tarde. Salvador, 09 de outubro de 1967, primeiro caderno, p.4.
Num dia de domingo, depois do almoço, o homem estava sentado debaixo de uma árvore, tomando fresco, quando a mulher veio para junto, querendo lhe catar cafuné.
De bom grado o homem deitou a cabeça no seu colo. Cafuné para cá, cafuné para lá, acabou por cochilar, enquanto a mulher já meio distraída mexia nos seus cabelos. De repente algo estranho atravessou correndo o couro cabeludo do homem.
Mais que depressa a mulher diligenciou uma busca meticulosa, terminando por encontrar um piolho.
— Um piolho!... Acorde marido! Olhe um piolho na sua cabeça.
O homem acordou assustado e logo viu o piolho esborrachado entre os polegares da esposa. Encabulou, mas nada disse. Porém a mulher não parou mais de falar durante a tarde. A noite chegou e ela falando. O homem calado estava, calado continuou. Noite adentro, volta e meia, a mulher exclamava: — Marido, o piolho!...
No dia seguinte, indo bem cedo para a feira fazer as compras, percebeu que a mulher contava a todos quanto cruzavam o seu caminho o achado da véspera.
— Gente, não lhe conto! Ontem eu encontrei um piolho na cabeça do meu marido.
— Um piolho! — Quem ouvia se escandalizava e com justa razão.
— Sim, senhor. Um p-i-pi-o-l-h-o-lho.
O marido cada vez mais aborrecido, calado estava, calado continuava. Entrava dia, saía dia, dormindo ou acordada, a conversa da mulher convergia somente para o malfadado achado.
Por fim, já furioso, o marido arranjou uma mordaça de cachorro e pôs na boca da esposa. Ela pareceu meio sufocada, mas teve medo de protestar e se conservou em silêncio. Assim o homem acreditou ter solucionado a questão. Mas sua alegria durou pouco. Na feira, em casa, na missa, toda a vez que alguém olhava para os dois, ela não perdia tempo. Esfregava a unha do polegar direito da no esquerdo, como se estivesse matando um piolho, e apontava depois para a cabeça do marido.
Em desespero de causa, o marido carregou com ela para a beira de um rio fundo. Atou aos seus pés uma pedra e lhe deu um empurrão. A pobrezinha caiu na água e começou a se debater, tentando se manter à tona. Mas quando percebeu pessoas que corriam em seu socorro, suspendeu os braços acima da cabeça e fez o gesto de esfregar as unhas dos polegares.
Foi afundando, se afogando, mas sem deixar de fazer o gesto de matar um piolho.
Satisfeito, o homem voltou para casa, crente de ter se livrado da desmoralização.
Mas no dia seguinte, quando foi à feira, todos se dirigiram a ele como o marido da mulher do piolho. Repetindo o que ele pensava ter sepultado. Assim acaba a história.
Fonte; Viana, Hildegardes. "A mulher do piolho". A Tarde. Salvador, 09 de outubro de 1967, primeiro caderno, p.4.
domingo, 18 de março de 2012
Filmes para viciados em PC
- Curtindo o Micro Adoidado.
- A Vida é Tela.
- Se meu Windows Falasse.
- Esqueceram de Mimformatar 2.
- Conexões Frustradas.
- A Mão que Balança o Mouse.
- E o Vírus Levou.
- Dona Flor e seus Dois Downloads.
- Log para Entrar, Reze para Sair.
- Conectado por Engano.
- O Micro da Pesada.
- Apertem os Cintos, o Sistema Caiu.
- O Pestium.
- Os Caça Vírus.
- Querida, Formatei o Winchester.
- Internet Jones e o Tempo Perdido.
- Joe e as Tecladas.
- Duro de Deletar.
- Três Solteirões e Um Computador.
- Conectando para Viver.
- A Primeira Conexão de Jonathan.
- Computadores Assassinos.
- Netscape Kid 2.
- Free Ware, baseado no filme Free Willy.
- Deletar Nunca, Formatar Jamais.
- Teclando com o Inimigo.
- Microcop.
- O PC de Rosemary.
- Super Menmória.
- Corra que a Conta Telefônica Vem Aí.
- Portal do Brasil, baseado no filme: Central do Brasil
- Desejo de Formatar 4.
Fonte: Piadas Charges.
- A Vida é Tela.
- Se meu Windows Falasse.
- Esqueceram de Mimformatar 2.
- Conexões Frustradas.
- A Mão que Balança o Mouse.
- E o Vírus Levou.
- Dona Flor e seus Dois Downloads.
- Log para Entrar, Reze para Sair.
- Conectado por Engano.
- O Micro da Pesada.
- Apertem os Cintos, o Sistema Caiu.
- O Pestium.
- Os Caça Vírus.
- Querida, Formatei o Winchester.
- Internet Jones e o Tempo Perdido.
- Joe e as Tecladas.
- Duro de Deletar.
- Três Solteirões e Um Computador.
- Conectando para Viver.
- A Primeira Conexão de Jonathan.
- Computadores Assassinos.
- Netscape Kid 2.
- Free Ware, baseado no filme Free Willy.
- Deletar Nunca, Formatar Jamais.
- Teclando com o Inimigo.
- Microcop.
- O PC de Rosemary.
- Super Menmória.
- Corra que a Conta Telefônica Vem Aí.
- Portal do Brasil, baseado no filme: Central do Brasil
- Desejo de Formatar 4.
Fonte: Piadas Charges.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Pérolas do suporte técnico
Você pode até achar que é exagero ou invenção. Mas somente quem convive sabe a triste verdade. Veja o que aconteceu em um suporte técnico de Informática. Esta é uma história verídica que ocorreu em uma famosa empresa de São Paulo. Não precisaria dizer que a pessoa que trabalhava no suporte foi demitida, mas ela está movendo um processo contra a organização que a demitiu por justa causa. Segue o diálogo entre o ex-funcionário e o cliente da empresa:
- Help desk assistência, posso ajudar?
- Sim, bem… estou tendo problema com o Word.
- Que tipo de problema?
- Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras sumiram.
- Sumiram?
- Elas desapareceram. Nada.
- Nada?
- Está preta. Não aceita nada que eu digite.
- Você ainda está no Word ou já saiu?
- Como posso saber?
- Você vê o Prompt C: na tela?
- O que é esse ‘promete-se’?
- Esquece. Você consegue mover o cursor pela tela?
- Não há cursor algum. Eu te disse, ele não aceita nada que eu digite.
- Seu monitor tem um indicador de força?
- O que é monitor?
- É essa tela que parece com uma TV. Ele tem uma luzinha que diz quando está ligado?
- Não sei.
- Bom, olhe atrás do monitor, então veja aonde está ligado o cabo de força. Você consegue fazer isso?
- Acho que sim.
- Ótimo. Siga para aonde vai o cabo e me diga se ele está na tomada.
- Tá sim.
- Atrás do monitor, você reparou que existem dois cabos?
- Não.
- Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.
- Ok, achei.
- Siga-o e veja se ele está bem conectado na parte traseira do computador.
- Não alcanço!
- Hum. Você consegue ver se está?
- Não.
- Mesmo se você ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
- Ah, não, tá muito escuro aqui!
- Escuro?
- Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
- Bom, acenda a luz então!
- Não posso.
- Por que não?
- Porque estamos sem energia.
- Estão… sem energia…?
Longa pausa…
- Ah! ok, descobrimos o problema agora! Você ainda tem a caixa de papelão e os manuais que vieram com o seu micro?
- Sim, estão no armário.
- Bom! Então, você desconecta o seu sistema, pega tudo, empacota e leva de volta para a loja.
- Sério?? O problema é tão grave assim?
- Sim, temo que seja.
- Bom, então tá. E o que eu digo na loja?
- Diga que você é BURRO demais pra ter um computador!!!
============================================================
USUÁRIO: ‘Não consigo imprimir. Cada vez que tento, o computador diz: ‘Não é possível encontrar a impressora’.
Já levantei a impressora e coloquei-a em frente ao monitor para ele ver, mas o computador continua dizendo que não consegue encontrá-la.’
===========================================================
SUPORTE: ‘Serviço ao Manual da HP. Sérgio falando. Em que posso ser útil?’
USUÁRIO: ‘Tenho uma impressora HP que precisa ser reparada.’
SUPORTE: ‘Que modelo é?’
USUÁRIO: ‘É uma Hewlett-Packard…’
SUPORTE: ‘Isto eu já sei. Quero saber se é colorida ou preto e branco.’
USUÁRIO: ‘É bege!’
===========================================================
USUÁRIO: ‘De repente aparece uma mensagem na minha tela que diz ‘Clique Reiniciar’… O que eu devo fazer?’
SUPORTE: ‘O senhor aperte o botão solicitado, desligue e ligue novamente.’
Sem pestanejar, o usuário desliga o telefone na cara do atendente e liga para o suporte novamente.
USUÁRIO: ‘E agora o que eu faço?’
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USUÁRIO: ‘Tenho um grande problema. Um amigo meu colocou um protetor de tela no meu computador, mas a cada vez que mexo o mouse, ele desaparece!!!’
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SUPORTE: ‘Em que posso ajudar?’
USUÁRIO: ‘Estou escrevendo o meu primeiro e-mail.’
SUPORTE: ‘OK, qual é o problema?’
USUÁRIO: ‘Já fiz a letra ‘a’. Como é que se faz o circulozinho em volta dela pra fazer o tal arroba?’
Fonte: http://papa-siri.blogspot.com
Dicionário do gaudério
O sotaque mais xucro, grosso e assustador de todo o universo conhecido (e do desconhecido também) é o nosso, oriundo do gaúcho bravio, meio italianado. Esse dicionário é quase perfeito, especialmente para quem não é ‘nativo’ deste chão! E pra quem não sabe falar com a gente então manda o dicionário abaixo:
Alemoa: loura
Atorá: cortar
Atucanado: ocupado, atarefado
Baita: grande
Bem Capaz: jamais, negação enfatizada
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Capaz?: verdade?
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço: apanhar
Crêendios pai: exclamação quando algo dá errado
De revesgueio: de um tal jeito
Fincá: cravar
Garrão: calcanhar
Incebando: enrolando, fazendo cera Ingrupi: enganar
Ínôzá: amarrar (já viu palavra com todas as sílabas com acento?)
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de lã ou de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: maltratar
Kakedo: pessoas que não valem nada
Malinducado: mal educado
Paiêro: fumo de palha
Pânca: modo de se portar, por exemplo: panca de motoqueiro (jeito de motoqueiro)
Pare, home do céu: parar, o mesmo que ‘se par de bobo’ e ‘deusolivre home’
Pardal: radar fixo
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que podá
Pozá: dormir em algum lugar
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Tchuco: bêbado
Trupicá: tropeçar
Tri atucanado: muito ocupado
Tunda de laço: apanhar
Vortiada: passeio
Ximia: doce de passar no pão
Exemplo de aplicação: Agora manda um e-mail para intertê os teus amigos, aproveita enquanto teu chefe foi dá uma vortiada… Não sei como ele não vê que mesmointuiado de trabalho você fica incebando o dia inteiro… Pare de campiá desculpa, fica falando que tápestiado e ainda consegue ingrupi o coitado do chefe… Mas vai logo, antes que ele volte e fique invaretado de te ver pescociando… Pare de se bostiá, home do céu, não sejamalinducado e manda essa jóssa de uma vez…
MAS BAH TCHÊ…..especial de primeira…Boenacho.. TRI LEGAL, né!!!
Fonte: Ideal Dicas.
terça-feira, 13 de março de 2012
O causo das Escrituras
Pois
não sei se já les contei o causo das Escritura Sagrada. Se não les
contei, les conto agora. A história essa é meio comprida, mas vale a
pena contá por causo dos revertério.
De Adão e Eva acho que não é
perciso contá os causo, porque todo mundo sabe que os dois foram corrido
do Paraíso por tomá banho pelado numa sanga. Naqueles tempo, esse
mundaréu todo era um pasto só sem dono, onde não tinha nem dele nem meu.
O
primeiro índio a botá cerca de arame foi um tal de Abel. Mas nem chegou
a estendê o primeiro fio porque levou um pontaço no peito, do irmão
dele, um tal de Caim, que tava meio desconforme com a divisão.
O Caim, estonces, ameaçado de processo feio, se bandeou pro Uruguai.
O Caim, estonces, ameaçado de processo feio, se bandeou pro Uruguai.
Deixou o filho dele, um tal de
Nóe, tomando conta da estância. A estância essa ficava nas barranca de
uma corredera e o Noé, uns anos despois, pegou uma enchente muito feia
pela frente. Cosa muito séria. Caiu água uma barbaridade. Caiu tanta
água que tinha até índio pescando jundiá em cima de cerro.
O Noé entonces botou as criação
em cima de uma balsa e se alargou nas correnteza, eta índio velho. A
enchente era tão braba que quando o Nóe se deu conta a balsa tava
atolada num banhado chamado Dilúvio. Foi aí que um tal de Moiséis varou
aquela água toda com vinte junta de boi e tirou a balsa do atoleiro.
Bueno, aí com aquele desporpósito, as família ficaram amiga.
A filha mais velha do Noé se
casou-se com o filho mais novo do Moisés e os dois foram morá numa
estância muito linda, chamada estância da Babilônica.
Bueno,
tavam as família ali, tomando mate no galpão, quando se chegou um
correntino chamado Golias, com mais uns trinta castelhano do lado dele.
Abriram a cordeona e quiseram
obrigá as prenda a dançá uma milonga. Foi quando os velho, que eram de
muito respeito, se queimaram e deu-se o entrevero. Pelia braba, seu. O
correntino Golias, na voz de vamo, já se foi e degolou de um talho só o
Noé e o velho Moisés.
E já tava largando planchaço em
cima do mulherio quando um piazito carreteo, de seus dez ano e pico,
chamado Davi, largou um bodocaço no meio da testa do infeliz que não
teve nem graça! Foi me acudam e tou morto.
Aí a indiada toda se animou e
degolaram os castelhano. Dois que tinham desrespeitado as prenda foram
degolado com o lado cego do facão. Foi uma sangüera danada. Tanto que
até hoje aquele capão é chamado de Mar Vermelho.
Mas entonces foi nomeado delegado um tal de major Salomão. Homem de cabelo nas venta, o major Salomão. Nem les conto!
Um dia o índio tava sesteando
quando duas velha se bateram em cima dum guri de seus seis ano que tava
vendendo pastel. O major Salomão, muito chagado ao piazito, passou a mão
no facão e de um talho só, cortou as velha em dois. Esse é o muito
falado causo do Prejuízo de Salomão que contam por aí.
Mas, por essas estimativas, o
major Salomão, o que tinha de brabo tinha de mulherengo. Eta índio
bueno, seu. Onde boleava a perna, já deixava filho feito. E como vivia
boleando a perna, teve filho que Deus nos livre. E tudo com a cara dele,
que era pra não havê discordância. Só que quando Deus nosso Senhor
quer, até égua véia nega estribo.
Logo a filha das predileção do
major Salomão, a tal de Maria Madalena, fugiu da estância e foi sê china
no bolicho. Uma vergonhera pra família. Mas ela puxou a mãe, que era
uma paraguaia meio gaudéria que nunca tomô jeito na vida.O pobre do
major Salomão se matou-se de sentimento, com uma pistola Eclesiaste de
dois cano.
Mas, vejam como é a vida. Pois essa mesma Maria Madalena se casou-se três ano despois com um tal coronel Ponciano Pilatos.
Foi ele que tirou ela da vida.
Eu conheço uns três caso do mesmo feitio e nem um deles deu certo. Como
dizia muito bem o finado meu pai, mulher quando toma mate em muita
bomba, nunca mais se acostuma com uma só. Mas nesses contraproducente,
até que houve uma contrapartida.
O coronel Ponciano Pilatos e a
Maria Madalena tiveram doze filho, os tal de aposto, que são muito
conhecido pelas caridade que fizeram. Foi até na casa deles que Jesus
Cristo churrasqueou com a cunhada de Maria Madalena, que despois foi
santa muito afamada. A tal de Santa Ceia.
Pois era uns tempo muito mal
definido. Andava uma seca braba pelos campo. São José e a Virge Maria
tinham perdido todo o gado e só tavam com uma mula branca no potrero,
chamada Samaritana. Um rico animal, criado em casa, que só faltava falá.
Pois tiveram que se desfazê do pobre.
E como as desgraça quando vem,
já vem de braço dado, foi bem aí que estouraram as revolução. Os
maragato, chefiado por um tal coronel Jordão, acamparam na entrada da
vila.
Só não entraram proque tava lá um destacamento comandado pelo tenente Lazo, aquele mesmo que por duas vezes foi dado por morto.
Mas aí um cabo dos provisório,
um tal de cabo Judas, se passou-se pros maragato e já se veio uns tal de
Romano, que tavam numas várzeas, e ocuparam a vila. Nosso Senhor foi
preso pra ser degolado por um guasca muito forte e muito feio chamado
Calvário. Pois vejam como é a vida. Esse mesmo Calvário, degolador muito
mal afamado, era filho da velha Palestina, que tinha sido cozinheira da
Virge Maria.
Degolador é como cobra, desde
pequeno já nasce ingrato. Mas entonces botaram Nosso Senhor na cadeia,
junto com dois abigeatário, um tal de João Batista e o primo dele,
Heródio dos Reis.
Os dois tinham peleado por causo
de uma baiana chamada Salomé e no entrevero balearam dois padre,
Monsenhor Caifás e Cônego Atanásio.
Mas aí veio uma força da
Brigada, comandada pelo coronel Jesus Além, que era meio parente do
homem por parte de mãe e com ele veio mais três corpo de provisório e se
pegaram com os maragatos. Foi a peleia mais feia que se tem
conhecimento, Foi quarenta dia e quarenta noite de bala e bala.
Morreu três santo na luta: São
Lucas, São João e São Marco. São Mateus fico três mês morre não morre,
mas teve umas atenuante a favor e salvou-se de lado a lado. Ainda levou
mais um pontaço do mais velho dos Romano, o César Romano, na altura da
costela.
Ferimento muito grave que Nosso
Senhor curou tomando vinagre na Sexta-feira da paixão. Mas aí, Nosso
Senhor se disiludiu-se nos home, subiu na cruz, disse adeus pros amigo e
se mandou-se de volta pro céu. Mas deixou os dez mandamentos, que são
cinco e que pode mutio bem acolher em dois “não se mata home pelas
costa, nem se cobiça mulher dos outro pela frente.”
Fonte: Puxa o banco e senta, que tá na hora do chimarrão - cifraclub.
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